Já pararam para pensar em todas as influências que recebemos dos gregos? A política e o conceito de democracia, a filosofia, a retórica, as artes e a visão do homem como centro do mundo foram apenas algumas delas.  A Grécia também nos deixou como herança a mitologia grega, resultante da busca  incessante do homem de compreender o mundo e explicar a realidade a sua volta; sustentada pela crença no oculto, no sobrenatural e no poder divino exterior ao mundo terrestre.  Na mitologia grega,  encontramos as primeiras tentativas de explicar o amor.

Para os gregos, o amor é Eros, deus primordial, nascido do vazio do Caos e responsável pela união de todos os seres. Sem Eros, não haveria vida. Sem Eros, não existiria mundo. O discurso mítico grego também explica o amor através da figura de uma criança alada, de olhos vendados, munida de arco e flecha nas mãos. Uma representação de que o sentimento é irracional, cego, e provém da luta armada pela conquista.

O amor é, também, a força que integra duas partes separadas de um mesmo ser. Na origem do mundo, todos os seres seriam andróginos, metade homem, metade mulher. Sua perfeição e sintonia teriam provocado a ira de Zeus, o maior de todos os deuses, que os dividiu ao meio. No mito dos andróginos, Eros sela o encontro das duas metades perdidas, a fusão de duas almas gêmeas, a busca final de todos os que amam.

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